7º ENCONTRO DE FILARMÔNICAS EM ESTÂNCIA

POMBO SEM ASA - WASHINGTON NASCIMENTO


Ressuscitou !

Essa a única definição correta para o que aconteceu com o Sergipe nesse campeonato. Um time que vinha em séria descida rumo à segunda divisão, é jogado pelo Socorrense ao cruzamento olímpico da segunda fase e a partir de domingo, começa a disputar o título da Taça Estado de Sergipe.

Foi considerado como o mais fraco entre os quatro classificados. River Plate, Confiança, São Domingos e Sergipe, nessa ordem, eram as apostas de classificação para a decisão do turno. De repente o poderoso River Plate perde a primeira para o São Domingos. “Foi lá, em São Domingos”, diziam os já desconfiados torcedores rubros negros. Em casa, em pleno estádio Fernando França, o Coelho arranca um empate consagrador, e tira a chance do River de encerrar o campeonato sem dar direito a outro clube disputar o título de campeão do Estado.

Depois de agradecer ao Socorrense por vencer ao Olímpico e colocá-lo na disputa do cruzamento. O Magnífico se viu forçado a enfrentar seu pior pesadelo: enfrentar a forte equipe do arqui-rival Confiança. Desmantelado, esfacelado, com um técnico vendo pouco, tão pouco que precisou ser encaminhando ao DM para ser operado, o Sergipe, no dinamismo do seu Superintendente Sidrack Marinho, convocou Nadélio Rocha para comandar a tropa de elite.

Por incrível que pareça, no meio da crônica esportiva, apenas Antonio Costa, o maior torcedor declarado do Dragão do Bairro, afirmava que o elenco rubro tinha qualidades. Era a voz destoante. De molambo a reborréia, tudo valia para desqualificar o time.

Com sua voz mansa, Nadélio Rocha provou ser um predestinado. Transformou a reborréia numa elitíssima tropa e foi ao Batistão para em duas partidas, decidir com o Confiança a vaga para disputar o título da taça. Confesso que não acreditava no vermelhinho. Achava, e continuo, que qualquer coisa a mais além de fugir do rebaixamento, é um enorme lucro. Imagine agora, disputando seriamente o título da Taça Estado de Sergipe e com a possibilidade de que, se for campeão, vencendo o São Domingos, que desbancou o River Plate, chegar a Campeão Estadual depois de 7 anos na fila.

Depois das duas vitórias sobre o Confiança (3 a 2, no domingo; e 2 a 1, na quarta) a torcida voltou a creditar no Magnífico. Empolgado, a tropa de elite sobe para o agreste para enfrentar o astuto Coelho, comandado pela raposa sábia Luiz Pondé. Assim como nos jogos contra o Dragão, Rocha vai quebrar a cabeça para montar o time. Tendo a volta da zaga titular, o “engana coveiro”, como o chamava quando desfilava dentro dos gramados, se fazendo de morto para de repente destruir as defesas adversárias, não vai contar com o bom e valente Magno nem com o garoto prodígio Thiago Santos. Ambos estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo.

Que venha o domingo. A torcida colorada vai subir o agreste confiante numa boa exibição da sua tropa de elite, comandada pelo Nadélio Rocha. Torcendo pelo título que escapou por pouco em 2010, a torcida são dominguense vai empurrar o Coelho comandado pela sábia raposa do futebol Luiz Pondé. Como diz meu amigo-irmão José Antonio Marques, “é agora que se sabe quem tem garrafa prá vender”.


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