7º ENCONTRO DE FILARMÔNICAS EM ESTÂNCIA

Saúde : Saiba quais doenças voltaram a ameaçar o Brasil
enviou em 11/07/2018 10:10:00 ( 26 leituras )
Saúde

Os primeiros sinais de queda nas coberturas vacinais em todo o país começaram a aparecer ainda em 2016. De lá para cá, doenças já erradicadas voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Amazonas, Roraima, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro são alguns dos estados que já confirmaram casos de sarampo este ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus.



Dados do Ministério da Saúde mostram que a aplicação de todas as vacinas do calendário adulto está abaixo da meta no Brasil – incluindo a dose que protege contra o sarampo. Entre as crianças, a situação não é muito diferente – em 2017, apenas a BCG, que protege contra a tuberculose e é aplicada ainda na maternidade, atingia a meta de 90% de imunização. Em 312 municípios, menos de 50% das crianças foram vacinadas contra a poliomielite. Apesar de erradicada no país desde 1990, a doença ainda é endêmica em três países – Nigéria, Afeganistão e Paquistão.

O grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, sobretudo entre crianças, não aumente. O alerta é da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo. O próprio Ministério da Saúde, por meio de comunicado, destacou que as baixas coberturas vacinais identificadas em todo o país acendem o que chamou de “luz vermelha”.

Confira as principais doenças que ensaiam um retorno ao Brasil caso as taxas de vacinação não sejam ampliadas.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa. Complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de um 1 ano de idade.

Os sintomas incluem febre alta acima de 38,5°C; erupções na pele; tosse; coriza; conjuntivite; e manchas brancas que aparecem na mucosa bucal, conhecidas como sinais de Koplik e que antecedem de um a dois dias antes do aparecimento da erupção cutânea.

A transmissão do sarampo acontece de quatro a seis dias antes e até quatro dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea). O período de maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos.

A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias como febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

Rubéola
A rubéola é uma doença aguda, de alta contagiosidade, transmitida pelo vírus do gênero Rubivirus. A doença também é conhecida como sarampo alemão.

No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está associada à síndrome da rubéola congênita, que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe, como aborto e natimorto (feto expulso morto) e para os recém-nascidos, como surdez, malformações cardíacas e lesões oculares.

Os sintomas da rubéola incluem febre baixa e inchaço dos nódulos linfáticos, acompanhados de exantema. A transmissão acontece de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, respirar, falar ou respirar.

Difteria
Doença transmissível aguda causada por bacilo que frequentemente se aloja nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A presença de placas branco-acinzentadas, aderentes, que se instalam nas amígdalas e invadem estruturas vizinhas é a manifestação clínica típica da difteria.

A transmissão acontece ao falar, tossir, espirrar ou por lesões na pele. Portanto, pelo contato direto com a pessoa doente. O período de incubação da difteria é, em geral, de um a seis dias, podendo ser mais longo. Já o período de transmissibilidade dura, em média, até duas semanas após o início dos sintomas.


Fonte: Agência Brasil

Classificação: 0.00 (0 votos) - Classifique esta notícia -


Outros Artigos
19/07/2018 11:40:00 - Palestra sobre emancipação política incentiva a sergipanidade
19/07/2018 11:40:00 - Comissão fiscaliza body scan no Presídio Senador Leite Neto
19/07/2018 11:40:00 - Carro com mulher e uma criança capota na Rodovia SE-170 nas proximidades do Agripino em Tobias Barreto
19/07/2018 11:40:00 - Luciano Bispo defende chapão para Alese. “Elegeríamos de 11 a 12 deputados”, prevê
19/07/2018 11:30:00 - Obras de reforma da Orla Pôr do Sol Cleomar Brandi são iniciadas
19/07/2018 11:10:00 - EDITAL DE PROCLAMAS Nº 1490
19/07/2018 11:00:00 - Brasil tem 839 mortes por gripe em 2018; vacinação atinge 90% do público-alvo
19/07/2018 10:50:00 - PF prende 'coiote' que enviava crianças brasileiras para os EUA
19/07/2018 10:50:00 - Mega-Sena acumula pela 8ª vez seguida e pode pagar R$ 62 milhões
19/07/2018 09:30:00 - PROJETO DE COMBATE ÀS DROGAS SERÁ IMPLEMENTADO EM ESCOLAS DE SANTA LUZIA DO ITANHI



Marcar este artigo como favorito neste site

                   

 
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

ENQUETE

O QUE VOCÊ ACHA DO PREFEITO DE ESTÂNCIA ALUGAR IMÓVEL A PARTICULARES E DEIXAR OS PRÉDIOS PÚBLICOS ABANDONADOS
BOM
PÉSSIMO
RUIM

USUÁRIOS ONLINE

32 visitantes online (29 na seção: Notícias)

Usuários: 0
Visitantes: 32

mais...