7º ENCONTRO DE FILARMÔNICAS EM ESTÂNCIA

Manchete : LIRA ‘CARLOS GOMES’: ESSA NÃO SE APAGA - PALMAS PARA OS SEUS 135 ANOS!
enviou em 02/10/2014 10:30:00 ( 456 leituras )
Manchete

Nesta sexta-feira, 3, a cidade de Estância estará em festa, quando a sua “banda de música maior”, a Lira Carlos Gomes, símbolo grandioso da cultura da terra de Gumersindo Bessa e Graccho Cardoso, estará celebrando 135 anos de fundação , história, poesia e amor.

Ainda bem que a vitalidade da Lira Carlos Gomes muda um pouco a opinião de muita gente, com razão, refere-se às manifestações e organizações culturais-artísticas da cidade que desapareceram do mapa; sumiram do palco e da praça.

Ali foi o Cruzeiro Sport Clube; aqui tinha o melhor São João do Estado; fomos Pentacampeões do futebol sergipano; as Festas Populares e Cívicas perderam seu brilho; os Cinemas não existem mais... Como dói no coração desse povo bom, guerreiro e trabalhador, lembrar o que foi e o que teve na Estância.

Mas, quando a Lira passa nas ruas com seus instrumentos polidos e tocando “coisas de amor”, enxuga imediatamente toda a lágrima que os homens e mulheres deste município têm sobre a face, e encoraja-os para uma possível reativação da identidade cultural de Estância, que lamentavelmente está apagada a tempo, porém ainda podemos ver algumas manifestações culturais realizadas por setores particulares como: O Festival de Poesia Falada de Estância, realizado pelo Clube dos Poetas Estancianos; o Encontro de Filarmônicas, realizado há sete anos pelo radialista Magno de Jesus; as peças teatrais, realizadas pelo comunicador Dissanti, e a Academia Estanciana de Letras (AEL), que vai realizar um evento grandioso em novembro. São movimentos que engrandecem o berço da cultura.

Mesmo nos faltando algo a mais para o engrandecimento da nossa cultura, Estância está maravilhada e ao mesmo tempo de parabéns, por continuar possuindo uma das mais antigas organizações culturais, a já centenária Lira Carlos Gomes, fundada no dia 3 de outubro de 1879. Das inúmeras filarmônicas que Estância já teve, a Lira é a que nos resta, e temos a plena certeza que toda a Estância lutará para que a sua tocha não venha a se apagar, até porque dizia a professora Ofenísia Freire: “A Estância é Lira e a Lira é a Estância”.

Parabéns portanto, ao maestro competente, Claudemiro Xisto, ao presidente dedicado, José Félix, aos talentosos músicos, aos abnegados, colaboradores, simpatizantes, amigos e sócios dessa talentosa e querida banda que só tem nos fornecido o bem.

Magno de Jesus – radialista, jornalista, formado em Letras e acadêmico de Direito

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