noticias Seja bem vindo ao nosso site TRIBUNA CULTURAL!

Brasil

PROJETO CRIA TORNOZELEIRA ROSA PARA AGRESSORES DE MULHERES NO DF

Publicada em 15/07/26 às 17:09h - 140 visualizações

TRIBUNA CULTURAL


Compartilhe
Compartilhar a noticia PROJETO CRIA TORNOZELEIRA ROSA PARA AGRESSORES DE MULHERES NO DF  Compartilhar a noticia PROJETO CRIA TORNOZELEIRA ROSA PARA AGRESSORES DE MULHERES NO DF  Compartilhar a noticia PROJETO CRIA TORNOZELEIRA ROSA PARA AGRESSORES DE MULHERES NO DF

Link da Notícia:

PROJETO CRIA TORNOZELEIRA ROSA PARA AGRESSORES DE MULHERES NO DF
 (Foto: TRIBUNA CULTURAL/DIVULGAÇÃO)
Um projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa, propõe a criação da “tornozeleira rosa” para agressores de mulheres que estão sob monitoramento por determinação da Justiça.

A ideia, apresentada pelo deputado distrital Robério Negreiros (Podemos), é fortalecer a rede de proteção à mulher e facilitar o trabalho de agentes de segurança pública para que reconheçam o dispositivo imediatamente durante as abordagens, sem depender de consulta a sistemas informatizados.

Proposta semelhante tramita na Câmara dos Deputados, por iniciativa da deputada Coronel Fernanda (PL-MT).

Como a proposta de Robério Negreiros, o projeto propõe padronizar visualmente as tornozeleiras eletrônicas usadas por agressores em casos de violência doméstica e familiar, permitindo cores específicas, como o rosa, em situações de alto risco.

Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, por unanimidade, o projeto de lei 7.549/2026, que cria a “tornozeleira eletrônica rosa” para ser destinada a agressores de mulheres submetidos a monitoramento eletrônico por decisão judicial.

Também há um projeto com esse teor em discussão na Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

 Violência doméstica e familiar

Segundo o projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa, a medida abrange agressores em casos de violência doméstica e familiar, violência vicária — quando o agressor atinge filhos, familiares ou pessoas da rede de apoio da vítima —, violência de gênero em contextos afetivos, sociais ou institucionais, além de violência sexual, assédio e perseguição (stalking).

 “A identificação visual não cria uma política nova, ela qualifica um instrumento já usado, tornando o monitoramento mais eficaz, seja a vítima ou o policial em uma abordagem”, afirma Robério.

 Na justificativa do projeto, o deputado apresenta dados da Secretaria de Segurança Pública do DF sobre violência contra a mulher.

Em 2025, houve no DF 28 feminicídios, alta de 27% em relação a 2024, além de 131 tentativas no mesmo período. Somente no primeiro trimestre de 2026, foram sete feminicídios e 20 tentativas, número superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

Caso o projeto seja aprovado, a aplicação ficará a critério do Executivo local, de acordo com as disponibilidades orçamentárias.

O texto seguirá para análise das comissões pertinentes antes de ir a votação em plenário.


Correio Braziliense



ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:








Nosso Whatsapp

 (79) 9.8156-8504

Visitas: 4886537
Usuários Online: 1
Copyright (c) 2026 - TRIBUNA CULTURAL - Fundada em 30/03/2001
Converse conosco pelo Whatsapp!