Sergipe

ESTÂNCIA: 174 ANOS DE CIDADE

Publicada em 03/05/22 às 17:50h - 167 visualizações

por Atribuna Cultural/Fundada em 30 de março de 2001.


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ESTÂNCIA: 174 ANOS DE CIDADE
Vista da Catedral Diocesana de Nossa Senhora de Guadalupe  (Foto: Atribuna Cultural)
De longe a cidade sergipana com a melhor localização geográfica e com a responsabilidade histórica de durante séculos liderar cultural e economicamente todo o sul do estado, comemora mais um natalício.

Com um clima agradável e realmente abençoada por Deus e pela “Virgem Morena”, desde a construção, no século XVII, de uma ermida na praça mãe da municipalidade, onde fica a atual paróquia sede da Diocese.

A história registra que a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina, foi um pedido de Mércia Cardoso, esposa de Pedro Homem da Costa, um dos fundadores da povoação.

Habitada por um povo politicamente corajoso, que foi capaz de enfrentar a famigerada e violenta Ditadura Militar (1964-1985); e fundamental para a identidade do estado, através da sua vasta produção cultural, especialmente do ciclo junino.

A celebração da assinatura pelo Dr. Zacarias de Goes e Vasconcelos, da Lei Provincial n° 209, de 04 de maio de 1848, que elevou a então vila à categoria de cidade, merece uma profunda reflexão acerca de temas essenciais para o seu desenvolvimento.

Aniversariar é sinônimo de celebração e de reflexão acerca da trajetória empreendida até aqui, como também de planejamento estratégico, sobre o futuro e é impossível pensar o futuro sem o papel primordial da juventude.

Um grande tema municipal que carece e merece uma primorosa atenção e um debate qualificado e inadiável, sob pena de alta traição ao presente e ao porvir por parte do “status quo” político “encastelado” no erário.

Um município rico como Estância precisa priorizar de forma efetiva políticas públicas de juventude, que segundo o médico e revolucionário argentino, Ernesto Guevara de la Serna (1928-1967), é a argila fundamental de nossa obra.

O incentivo a educação se faz necessário, principalmente dos/as universitários/as que hoje arcam às duras penas com o pagamento do transporte escolar para a nossa capital, bem como, a ampliação de espaços de cultura e de desporto.

A geração do primeiro emprego por aqui também tem sido medíocre e incapaz de produzir a tão sonhada inclusão social de jovens pobres, que sonham em poderem contribuir com a renda familiar, num contexto tão difícil como o atual.

Que a inteligência estanciana aproveite a bela e sofisticada oportunidade do dia 04 de maio de 2022, para pensar e planejar, de forma séria, o presente e o futuro da juventude, visando o bem-estar e a cidadania.




(*) José Domingos Machado Soares (Dominguinhos)
Professor e ex-vereador de Estância



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