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Sergipe

ADEMA COLETA ÁGUA PARA INVESTIGAR MORTE DE PEIXES EM RIO DE ESTÂNCIA

Fiscais percorreram a região e coletaram amostras de água para análise laboratorial

Publicada em 16/07/25 às 13:24h - 63 visualizações

TRIBUNA CULTURAL


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ADEMA COLETA ÁGUA PARA INVESTIGAR MORTE DE PEIXES EM RIO DE ESTÂNCIA
 (Foto: TRIBUNA CULTURAL/Divulgação)

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) informou nesta terça-feira, 15, que enviou uma equipe ao município de Estância para investigar as possíveis causas da mortandade de peixes no Rio Cuí. No local, foram coletadas amostras de água em diversos pontos, que serão analisadas pelo Laboratório de Análises Químicas e Microbiológicas.

Segundo Fabiano Resende, gerente de análises laboratoriais da Adema, as coletas foram realizadas a montante e a jusante do rio Piauí; no riacho Cuí, localizado a 120m da foz; na ponte que vai para o Povoado Miranguinha; e numa quinta localidade. “Dentro de cerca de dez dias, no máximo, devemos ter dados que indiquem o nível de poluição do riacho”, afirmou Fabiano. Os resultados serão encaminhados à Gerência de Fiscalização da Adema, para elaboração do parecer técnico final pela equipe.

Durante a diligência, além de realizar a coleta de água, a equipe percorreu alguns pontos de despejo de efluentes industriais e dialogou com moradores da região. Proprietários de terras procuraram os fiscais para relatar que também tem sido registrada a morte do gado após o consumo dessa água para dessedentação.

Uma ação ampliada de fiscalização foi realizada pela Adema no ano passado, envolvendo as indústrias que realizam o despejo de efluentes no Rio Piauí e seus afluentes ou que se utilizam das suas águas para a produção. Desde então, o órgão ambiental tem acompanhado de perto a realização de adequações indicadas pelos técnicos nos sistemas de tratamento de efluentes, dentre outros aspectos.

Segundo o presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, assim que a investigação trouxer respostas sobre a ocorrência, os autores serão devidamente responsabilizados. “A Adema tem atuado constantemente na região e segue atenta. Não é admissível que um curso d’água tão importante para a população estanciana seja atingido dessa forma. Os autores deverão responder na forma da legislação ambiental”, pontuou.

Com informações da ASN

 Portal Infonet




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