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SERGIPE REGISTRA AUMENTO DE CASOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE

O estado está em alerta e registrou início ou manutenção do aumento dos casos de SRAG nas crianças de até 2 anos, associado ao VSR

Publicada em 09/03/26 às 11:40h - 76 visualizações

TRIBUNA CULTURAL


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SERGIPE REGISTRA AUMENTO DE CASOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
 (Foto: TRIBUNA CULTURAL/DIVULGAÇÃO)
Sergipe registrou aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e está entre os estados em alerta, risco ou alto risco. A informação foi divulgada através do Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado na última sexta-feira, 6.

Segundo o boletim, o crescimento foi observado em todo o país e a análise destaca que o cenário está sendo impulsionado principalmente pelo aumento do número de hospitalizações por rinovírus em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nas crianças menores de 2 anos e por influenza na população de jovens, adultos e idosos.

O estado de Sergipe está em alerta e registrou início ou manutenção do aumento dos casos de SRAG nas crianças de até 2 anos, associado ao VSR. Os estados nesta categoria são: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Maranhão e Sergipe.

“O aumento de casos de SRAG em crianças e adolescentes muito provavelmente está relacionado ao retorno às aulas. Portanto, recomendamos que, caso a criança ou adolescente apresente algum sintoma de gripe ou resfriado, que os pais evitem levá-la à escola, para evitar a transmissão do vírus para outras crianças. Se não for possível deixar a criança ou adolescente em casa, o ideal é que ela use uma boa máscara, especialmente dentro da sala de aula”, reforça a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe, desenvolvido pelo Programa de Computação Científica da Fiocruz.

Incidência e mortalidade

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. A incidência de SRAG é mais elevada entre as crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente nos idosos.

*Com informações da Fiocruz




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