Lagarto chega, ao que parece ser, ao último capítulo da polêmica envolvendo a proibição de grandes atrações nacionais durante o Festival da Mandioca, tradicional festa cultural na cidade.
O prefeito Sérgio Reis anunciou que a Prefeitura da cidade esclareceu os fatos junto ao TCE, mas que em razão do tempo curto entre a decisão e a realização da festa, os shows acontecerão com bandas locais.
“Nós estávamos lutando contra o tempo e contra os inimigos da nossa cidade que pretendiam boicotar o nosso festival”, disse ele. Segundo o prefeito, Lagarto é uma cidade estruturada e a sua gestão vem trabalhando para a manutenção da saúde financeira do município.
“Conseguimos pagar mais de R$ 50 milhões dos R$ 86 milhões deixados pela ex-gestora, conseguimos renegociar uma dívida de R$ 220 milhões deixada pela gestão anterior e mesmo assim a ex-gestão e os inimigos de Lagarto tentam impedir o maior evento cultural da nossa cidade”, disse Fábio.
A festa, que começou na véspera de São João e vai até o próximo domingo, 28, agora será realizada com artistas de Lagarto e de cidades vizinhas. Segundo o gestor, essa é uma maneira de valorizar os talentos lagartenses.
“O nosso Festival da Mandioca independe de bandas nacionais, estaduais ou municipais. Ele é tradição, ele é cultura. E nós vamos realizá-lo”, afirmou prefeito.
Em nota, a Prefeitura de Lagarto informou que a festa foi “remodelada, tendo como foco uma programação que concentra a apresentação e a valorização de artistas locais”. “A nova configuração também atende à decisão do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – TCE/SE -, respeitando os órgãos de controle e priorizando o planejamento e a transparência da administração municipal”, completou.
Fábio Reis afirmou que os principais prejudicados serão os ambulantes, mas ponderou que prestará todo o apoio aos vendedores. “Eu vou continuar lutando por você, comerciante, que foi prejudicado pelos interesses políticos dos inimigos de Lagarto. Eu vou devolver novamente ao povo de Lagarto aquilo que lhe é de direito”, disse o gestor.
Fonte: JL Política