Política

PREFEITINHO: “VAMOS AJUDAR OS MAIS POBRES, PARA NÃO VIR A PANDEMIA DO DESESPERO”

Para o radialista e secretário de Meio Ambiente de Lagarto chegou a hora dos lagartenses agirem como irmãos e promoverem ações para amenizar o sofrimento dos mais afetados pela pandemia.

Publicada em 11/03/21 às 13:50h - 171 visualizações

por Thiago Farias


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 (Foto: Reprodução)
Em seu programa na Rádio Comunitária Juventude FM, o radialista e secretário Municipal do Meio Ambiente de Lagarto, Aloísio Andrade (Prefeitinho), fez um apelo à solidariedade entre os lagartenses, a fim de incentivar ações que amenizem o sofrimento daqueles que hoje mais sofrem com os efeitos da pandemia de covid-19.

“De 10 telefonemas que eu recebo, nove é pedindo emprego. De 20 mensagens que recebo, 21 é pedindo emprego. As pessoas estão precisando de emprego. A situação já não era muito boa, pois o desemprego já era grande antes desses problemas causados pela pandemia, que já faz um ano no Brasil. Quem tá desempregado pode comemorar porque essa realidade está no mundo inteiro e a quem você deve tem que entender aquela velha história: ‘Devo não nego, pago se puder’.

Então, neste momento, nós lagartenses devemos nos irmanarmos. Tá precisando de alguém pra fazer uma faxina em casa? Chame alguém. Tá precisando de alguém pra limpar o veículo? Chame alguém para dar uma oportunidade. Vamos dar oportunidade uns aos outros, somos todos irmãos!”, disse o radialista ao reforçar que a Prefeitura de Lagarto não pode empregar todos os cidadãos. “A prefeita Hilda Ribeiro teve 28 mil votos e a prefeitura tem 5.000 cargos entre concursados e contratados. Como vai empregar esse povo todo? A Educação e a Saúde eram os maiores geradores de emprego, mas há um limite de 54%, se não a justiça não aprova as contas”, observou.

Apesar do impedimento do Executivo Municipal, o radialista defendeu a realização de campanhas que visem “matar um pouco da fome” do povo. “Se cada um fizesse a sua parte, poucos sofriam. Mas, infelizmente, o povo de Lagarto só quer o venha nós; vosso reino que é bom, nada. Aqui temos muitos empresários ricos que passam por problemas e se perguntam se merecem passar por isso, mas não dá uma esmola a ninguém, não dá um pão, não dá um prato de sopa a ninguém! É mais fácil tirar do que doar. Então quero convidar esses empresários para fazerem uma campanha para cuidar das pessoas. O Município poderia contribuir com uma pesquisa para saber quem está passando necessidade.  A partir dai, vamos buscar os padrinhos e ai teríamos um filho de Deus já dormindo com dignidade”, sugeriu.

E completou: “Vamos nos unir e ajudar os mais pobres, sob pena de vir ai, já está, a pandemia do desemprego, e a pandemia do desespero. As pessoas desesperadas fazendo tudo e qualquer negócio por dinheiro, para sobreviver, para comer! E a tendência do mercado é continuar. É cada dia pior. Enquanto não vacinar toda uma população, nós teremos esses problemas. […] Então você, ai no seu bairro, faça alguma coisa! Vá na feira, todo mundo ajuda! Faz um bandejão de sopa, uma padaria pode doar o pão e ai servir sopa com pão em dois ou três dias. É fácil, basta querer, basta se unir! Agora se ficar assistindo tudo com a boca escancarada, a morte vai chegar e ai vai aumentar as drogas, a prostituição e o desemprego. Tudo de ruim vai chegar e quem vai sofrer serão os mais abastados, que tem celular, moto. Não estou incentivando ninguém a roubar porque está em crise, mas muitos não aguentam e caem no desespero”.




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